Dr. Aarão Barreto aborda a colite por C. difficile pós-clindamicina. Aprenda por que o tratamento exige vancomicina oral (e nunca EV), o perigo dos constipantes no megacólon tóxico e como agir no choque. Siga-nos para mais episódios!
O Caso Clínico: Paciente idosa e frágil (72 anos) tratando erisipela com clindamicina oral por 10 dias evolui subitamente com dor em cólica, distensão abdominal e diarreia volumosa (>10 episódios/dia). O quadro se agrava com choque circulatório, leucocitose importante, lesão renal aguda e sinais tomográficos de megacólon tóxico.
Fisiopatologia da Infecção por C. difficile:
Manejo Terapêutico de Primeira Linha:
Erros Graves na Condução:
Formas Fulminantes e Recorrência: Casos graves exigem doses altas de vanco oral, associação de metronidazol e vancomicina retal. Diante de megacólon refratário, a colectomia de urgência é mandatória. Casos recorrentes respondem bem à fidaxomicina ou ao transplante de microbiota fecal.
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